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Sem novas propostas do Governo, professorem de Itabuna permanecem em greve por tempo indeterminado

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A greve da rede municipal de ensino de Itabuna já ultrapassa o segundo mês e a falta de qualquer sinalização de proposta de reajuste salarial por parte do Prefeito Fernando Gomes fez com que os professores decidissem hoje, 06/11 em assembleia, pela manutenção do movimento grevista. Além da luta pelo reajuste salarial de 6,81%, a classe exige o pagamento imediato do salário dos professores em situação de desvio de função.

A assembleia contou com participação expressiva da categoria, que está inconformada com a postura do Prefeito, que afirmou à imprensa local e à Diretoria do Sindicato que o décimo terceiro salário somente seria pago no mês de novembro, caso a greve fosse extinta. De acordo com a Presidente do Sindicato do Magistério – SIMPI, Profa. Carminha Oliveira, essa postura em relação ao pagamento do décimo é descabida, haja vista que a legislação garante o pagamento da gratificação natalina nos meses de novembro e dezembro ou no mês de aniversário do professor.

Desta forma, a categoria permanece firme na luta pelo reajuste salarial de 6,81% aos professores de níveis II e III, conforme determinação do Ministério da Educação. “Nosso plano de carreira nos garante o direito à linearidade, ou seja, todo reajuste concedido ao professor do magistério normal, deve ser estendido aos professores graduados e pós-graduados”, afirma Carminha Oliveira.

Em virtude da falta de proposta do Prefeito, a greve completa hoje 65 dias e cerca de 18 mil alunos continuam sem aula na rede. Durante a semana, o comando, junto à Diretoria do Sindicato, deverão propor novas atividades de luta pela defesa do direito dos professores. “Nós do sindicato já solicitamos por três vezes a reabertura da mesa de negociação, mas infelizmente o Prefeito não está disposto a dialogar e apresentar uma data para nos receber. A educação deveria ser prioridade, mas o Prefeito não demonstra preocupação com os reflexos da nossa greve na vida de nossas crianças e adolescentes”, finaliza Carminha Oliveira.

Fonte: Ascom SIMPI

 

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