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Fernando Gomes retira autoridade de Secretária da Educação e impede avanços nas negociações pelo fim da Greve dos Professores

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A Diretoria do Sindicato recebeu na manhã desta quarta, 17/10/2018, um novo ofício da Secretária de Educação, Profa. Nilmecy Gonçalves, informando que as rodadas de negociação estão suspensas e que não está mais autorizada a negociar qualquer reajuste salarial com o Sindicato do Magistério – SIMPI, uma vez que a categoria rejeitou a proposta de reajuste 2,8% apresentada anteriormente pelo Governo.

Na comunicação, a Secretária afirmou também que estará saindo das negociações e que aguardará um posicionamento do Prefeito acerca da greve da categoria. “Estamos saindo, circunstancialmente, das negociações e ficamos no aguardo das decisões e/ou novas deliberações do Chefe do Poder Executivo Municipal (Prefeito Fernando Gomes), quando elas forem devidamente outorgadas e autorizadas”, afirma o ofício enviado pela Secretária Nilmecy Gonçalves.

Justamente na tarde desta mesma quarta, a categoria de professores se reuniu em assembleia no auditório do sindicato para tomar conhecimento da comunicação enviada pelo governo, bem como se posicionar sobre a nova proposta apresentada pela consultoria jurídica do SIMPI, Dr. Tadeu Cincurá, no valor de 6,81%, parcelado em 2 vezes.

De acordo com a Presidente do SIMPI, Profa. Carminha Oliveira, o ofício enviado pela SEC revela uma contradição nos cálculos realizados pela equipe do Governo. “Eles afirma que a proposta de 2,8% integral retroativa ao mês de abril confere maiores ganhos à categoria do que a proposta de 6,81%, parcelada e sem retroatividade, apresentada pela nossa consultoria sindical. Portanto, já que nossa proposta tem impacto financeiro inferior à proposta do Governo, não faz sentido que eles não queiram negociá-la conosco. Além de tudo isso, temos agora uma Secretária de figuração, já que o Prefeito retirou sua autonomia para negociar com a categoria. ”, declara Carminha.

Diante da ausência de acordos e da saída da secretária das negociações, a categoria do magistério decidiu manter a greve por tempo indeterminado e lutar pelo reajuste salarial de 6,81%, conforme determinado pelo Ministério da Educação. “Não podemos recuar com a luta agora, pois já temos conhecimento que a prefeitura de Itabuna recebeu comunicação oficial sobre as verbas do precatório do FUNDEF, que deverão ser repassadas para o município até fevereiro de 2019. Agora imaginem vocês, se para obtermos esse reajuste salarial já estamos encontrando tamanha dificuldade, com certeza deveremos travar lutas mais árduas para garantir o repasse de 60% desse precatório para os professores. Nossa luta só está começando”, finaliza Carminha.

 

Fonte: Ascom SIMPI

 

 

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