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Professores de Itabuna rejeitam proposta de 2,8% e mantêm greve na defesa de 6,81% de reajuste

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Os professores da rede municipal de ensino de Itabuna se reuniram em assembleia na manhã desta terça, 09/10/2018 no auditório do Sindicato do Magistério – SIMPI, e rejeitaram a proposta de 2,8% de reajuste salarial apresentada pelo Governo Fernando Gomes na última quinta. A categoria mantém o estado de greve em prol do reajuste estipulado pelo Ministério da Educação no importe de 6,81%, ainda que parcelado.

De acordo com a Presidente do SIMPI, Profa. Carminha Oliveira, a consultoria jurídica do sindicato apresentou uma contraproposta de reajuste parcelado em três vezes, que foi acatada pela categoria, mas que depende agora do aceite do Governo. “Nós estamos defendendo a proposta de 6,81% parcelado, sendo 2% retroativo de junho à agosto; mais 2% de setembro à novembro e, por fim, 2,81% a serem pagos no mês de dezembro. Embora esta seja nossa proposta, continuamos abertos à negociação, desde que seja respeitado o valor determinado pelo MEC”, afirma a líder sindical.

Além do reajuste salarial, a categoria luta pelo pagamento imediato dos 157 professores que estão em situação de desvio de função, uma vez que já se encontram com dois meses de salário atrasado. A Presidente Sindical salienta que o retorno às atividades docentes, também está condicionado à criação de um calendário de reposição unificado para todas as escolas, além da revogação da portaria municipal que retirou do professor o direito à licença para cursos de pós-graduação. “Não estamos brigando apenas por reajuste. Os salários de muitos dos nossos colegas estão atrasados e o Governo nos retirou o direito a licenças para mestrado e doutorado, não podemos aceitar”, declara Carminha.

A greve da rede municipal chegou hoje em seu 36º dia com 98% de adesão. De acordo com o comando de greve, cerca de 18.000 alunos estão sem aula. O sindicato deverá notificar o governo da decisão da assembleia e aguardar um novo convite por parte da Secretaria de Educação para sentar à mesa de negociações.

Fonte: Ascom SIMPI

 

 

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