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Após nova assembleia, professores decidem manter a greve em Itabuna

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A categoria de professores da rede municipal de ensino de Itabuna se reuniu na tarde desta quarta, 12/09, na sede do Sindicato do Magistério – SIMPI, em uma nova assembleia e decidiu pela manutenção do movimento grevista, que entrou hoje em seu décimo dia. A classe reivindica o pagamento imediato dos salários em atraso de 157 professores em desvio de função, o reajuste salarial de 6,81% aos educadores de níveis II e III, bem como a retirada do projeto de lei que pretende alterar o regime jurídico de trabalho dos servidores de celetista para estatutário.

De acordo com a Presidente do SIMPI, Profa. Carminha Oliveira, a diretoria sindical encaminhou ofício à Secretária de Educação, Profa. Nilmecy Gonçalves solicitando reabertura da mesa de negociações com o governo, de modo que as partes pudessem discutir propostas, entretanto, a Secretária informou indisponibilidade na agenda durante esta semana. “Nós tentamos propor um diálogo, mas infelizmente o governo não priorizou nossa greve. Infelizmente as escolas continuarão sem funcionar até que o Governo nos apresente alguma proposta”, afirma Carminha Oliveira.

Atualmente, o município conta com 98 unidades escolares e 18 mil alunos matriculados. Conforme dados da direção sindical, 95% das escolas aderiram à greve justamente porque muitos profissionais estão temendo perder o Fundo de Garantia (FGTS), caso a implantação do regime estatutário seja aprovada. Outro agravante foi o fato do Governo suspender o direito à licença com vencimento aos professores que pretendem ingressar em cursos de mestrado e doutorado. “Até mesmo nossa capacitação tem sido tolhida nessa gestão. Todos os municípios incentivam que seus profissionais se qualifiquem, mas em Itabuna o prefeito está indo na contramão, promovendo o retrocesso”, complementa Carminha.

De acordo com a agenda do comando de greve, amanhã, 13/09, a Comissão de Representantes por Unidade de Ensino (CRUSE) deverá se reunir no sindicato, a partir das 8h, para elaboração de novas estratégias de luta. “Já realizamos duas grandes caminhadas no centro da cidade. Agora iremos aos bairros visitar as escolas e informar aos pais os motivos de nossa luta”, complementa Maria Ionei, Vice-Presidente do SIMPI.

Fonte: ASCOM SIMPI

 

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