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Após pressão dos Sindicatos, votação do parecer é adiada e Câmara agenda reunião com as categorias para quarta, 08/08

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A votação do parecer que trata do Projeto de Lei Municipal que pretende alterar o regime jurídico de trabalho dos servidores públicos de celetista para estatutário, prevista para acontecer na tarde desta segunda, 06/08, foi adiada. O motivo da suspensão da votação foi a falta de quórum, pois apenas um terço dos vereadores estava presente para apreciar a discussão da matéria.

A Câmara Municipal estava lotada de servidores públicos, professores, guardas municipais e agentes comunitários de saúde. Desde a semana passada que os sindicatos das respectivas categorias se uniram para criar mobilizações contra a aprovação do projeto. De acordo com a Presidente do Sindicato do Magistério (SIMPI), Profa. Maria do Carmo Oliveira (Carminha), o projeto de lei não foi discutido com as classes e sua aprovação só gerará prejuízos aos servidores. “O governo quer aprovar uma lei para retirar nosso Fundo de Garantia e reduzir nossos direitos”, declara a sindicalista.

Após a suspensão da sessão, líderes dos sindicatos tentaram negociar com os vereadores uma audiência pública, para que as categorias fossem devidamente esclarecidas acerca do teor do projeto de lei. Dessa forma, atendendo ao pleito dos líderes sindicais, os vereadores planejam uma reunião com todas as categorias de servidores públicos municiais para esta quarta, 08 de agosto, a partir das 14h, com local a ser definido, tendo em vista que o plenário da Câmara não comporta a quantidade de interessados.

Conforme a Presidente do SIMPI, as escolas deverão funcionar normalmente amanhã, mas terão suas atividades suspensas na quarta à tarde, pois a categoria de professores será convocada para acompanhar a discussão da matéria. Já na quinta-feira, 09/08 o relatório, finalmente, deverá ser posto em votação. “Pedimos aos professores que fiquem atentos às nossas convocações. Ainda não foi definido o local da reunião, mas assim que tivermos a confirmação iremos divulgar em nossos veículos de comunicação. Estaremos acompanhando as sessões e nos manteremos firmes e vigilantes, pois somos totalmente contra a mudança do regime jurídico, visto que não há segurança econômica às categorias.”, conclui Carminha Oliveira.

Fonte: ASCOM SIMPI

Última atualização em Seg, 06 de Agosto de 2018 17:26  

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