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Em dia de parada na rede, professores participam de assembleia e sindicato entrega parecer jurídico à Câmara Municipal

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Aconteceu ontem, terça-feira (14/11), a segunda parada da rede municipal em protesto à retirada do adicional de atividade de classe de 428 professores. A categoria aproveitou a oportunidade para participar de uma assembleia no turno da manhã e acompanhar a entrega do parecer jurídico do Sindicato do Magistério (SIMPI) à Câmara de Vereadores no turno da tarde.

A assembleia foi aberta pela Presidente sindical, Profa. Carminha Oliveira, que fez uma avaliação acerca das ações do sindicato, bem como da participação dos professores na luta. “O departamento jurídico do SIMPI já deu entrada nas ações judiciais, vamos aguardar a continuidade do processo e seguir na nossa luta”, afirma a líder sindical.

Os Professores presentes enfatizaram que a luta não é apenas pela retirada do AC, mas também por melhores condições de trabalho no ambiente escolar, pela nova proposta de ensino, como também pela valorização e dignidade da classe, que vem sofrendo constantes ameaças da Secretária de Educação Anorina Lima. Dessa forma, a categoria decidiu em assembleia que irá manter 1 (um dia) de parada semanal e que cumprirá o AC em horário reduzido, não irá preencher o e-polis (sistema de frequência e notas dos alunos), bem como irá se manifestar com cartazes e faixas em todos os atos públicos em que a Secretária da Educação se apresentar. Além disso, os Professores pretendem reduzir suas participações nas formações da rede, calando-se ao longo do evento e saindo às 9h:30min. Quanto aos sábados letivos, estes deverão, também, ter os horários reduzidos pela metade, nos moldes da “operação tartaruga”.

Já no turno da tarde, a Presidente do SIMPI, em ato público, entregou ao Presidente da Câmara da Câmara Municipal, Vereador Chico Reis o parecer jurídico feito pelos advogados do sindicato com o intuito de provar aos edis que a medida do Prefeito em retirar o AC de parte da categoria fere diversos dispositivos da Constituição, da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e do próprio Acordo Coletivo (ACT) firmado entre a categoria e o município. “Estamos cumprindo o nosso acordo com a Câmara. O parecer está sendo entregue e esperamos contar com o apoio desta casa nessa luta”, finaliza Carminha.

Fonte: Ascom SIMPI

Última atualização em Qua, 15 de Novembro de 2017 14:00  

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